VAZA JATO: Sergio Moro combinaria com as datas das operações do MPF Lava Jato as datas em que as operações devem ser marcadas no Operação Lava-Jet

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A revelação aparece em diálogos inéditos que fazem parte do material analisado pela VEJA em colaboração com o site da The Intercept Brazil. Até agora, apenas uma pequena parte do material foi liberada – e isso foi o suficiente para causar uma enorme controvérsia. O relatório fez a mais completa imersão já feita neste conteúdo.

649.551 mensagens foram analisadas. Palavra por palavra, as mensagens consideradas pelo grupo são verdadeiras, e a investigação mostra que o assunto é ainda mais sério. Moro, sim, violações. Fora do dossiê (e dentro do Telegram), o atual ministro pediu à promotoria que incluísse no julgamento provas que lhe seriam posteriores, ele ordenou que apressasse ou atrasasse a operação e pressionasse o fato de que algumas declarações não foram publicadas. Além disso, os diálogos que se comportam como o chefe do ministério do estado federal são revelados, a posição é incompatível com a necessária neutralidade da justiça da paz.

Uma conversa no grupo “PF-MPF Lava Jato 2” datada de 7 de julho de 2015 mostra um interlocutor não identificado e este relatório concluiu que o promotor público Igor Romário por sugestão de Moreau, apelidou o russo em conversas. “Igor. Moskal ofereceu a operação de um professor para a semana do dia 20. "Diz o texto literal da mensagem enviada por Santos Lima." Opa … beleza … vou começar a organizar ", responde o delegado. Segundo a revista, o" professor "foi o almirante Oton Luís Pinheiro da Silva, da Eletronuclear. preso no dia 28.

CM.

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