Reforma previdenciária passa na Câmara antes das mudanças, diz Gedes

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse quinta-feira (4) em evento em São Paulo que o texto da reforma previdenciária seria aprovado na Câmara dos Deputados antes mesmo do recesso parlamentar

“Temos apoio. Apesar de tudo o que é dito lá, a grande verdade é que [há apoio do] o presidente do Comitê Especial [Marcelo Ramos] é o orador [Samuel Moreira] o presidente da Câmara dos Deputados [Rodrigo Maia] e especialmente a Câmara. Eu acredito que a casa vai aprovar antes das férias. Eu acho que ele irá para o Congresso na próxima semana ”, disse ele, alertando o público neste evento.

Em seu discurso aos empresários, o ministro repetiu várias vezes que confiava no Congresso brasileiro. Ele também defendeu, mais uma vez, um regime de capitalização no qual cada pessoa era responsável por sua própria aposentadoria, afirmando que o sistema de distribuição, no qual os contribuintes estimam o pagamento das taxas previdenciárias e dos gastos com benefícios, hoje adotado é "insustentável". "Esta é uma bomba demográfica, vai explodir", disse ele.

Para o ministro, a proposta que o governo enviou ao Congresso é poderosa para preencher a lacuna na segurança social e levar ao próximo passo, ou seja, a transição para um sistema de capitalização. “Essa reforma que estamos enviando é poderosa o suficiente para dar o segundo passo possível – a transição para o regime de capitalização. Mas isso é uma coisa de cada vez. Segundo Guedes, a crise no Brasil é resultado do excesso de gastos do governo, que “não pode ser alcançado, causou todas as disfunções financeiras pelas quais o país passou, corrompeu a democracia brasileira e estagnou a economia. "

Próximos passos

Segundo o ministro, os maiores gastos do governo foram relacionados a juros e despesas." Vamos reestruturar o balanço ", disse ele. Então, segundo ele, após a aprovação da reforma, o ministério "Iremos reduzir a dívida pública", disse ele. "Primeira segurança social. Vamos aprovar a reforma da previdência. A segunda grande despesa: o Estado, juros. Vamos reestruturar o equilíbrio. Vamos começar o processo de privatização", disse ele. oh Ele observou que o movimento de privatização deve começar no segundo semestre do ano.

Além da privatização, Gedes afirmou que o governo também quer dispor de alguns imóveis. "O governo é a maior empresa imobiliária do mundo." “Mais Brasil e menos Brasília”, ressaltou.

Entre os planos do governo também estão a redução dos bancos estatais, a redução dos empréstimos do governo e o aumento dos serviços bancários privados. Os recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) serão destinados à privatização e reestruturação financeira de estados e municípios, além de acelerar os investimentos no Programa de Parcerias de Investimento (PPPI) e no saneamento. "Esta é uma função de um banco público que queremos", disse o ministro.

Outra medida é informatizar e digitalizar o serviço civil sem substituir servidores civis que se aposentam nos próximos anos. “Vamos acabar com o buraco da previdência, vamos reduzir os subsídios, vamos controlar os gastos”, acrescenta Paulo Guedes.

O ministro também afirmou que ele também pretende reduzir o custo da infra-estrutura no país. “O setor público parou de investir porque faliu e o setor privado foi afetado por altas taxas de juros no mercado de infra-estrutura. O que vamos fazer agora é abrir esses mercados junto com as concessões, privatizações e contratos de infraestrutura que vamos concluir. Nos próximos anos, é o investimento privado que criará a infraestrutura brasileira. O setor privado brasileiro está pronto para decolar. ”

Outro passo importante, disse o ministro, será a simplificação dos impostos do país." Vamos fazer o principal, simplificação profunda. Não vamos fazer nenhuma aventura. A reforma tributária é inevitável ", afirmou. “Vamos entrar no segundo tempo com dois eixos principais. Uma delas é a reforma tributária, que está associada à modernização, redução de impostos, simplificação e retomada do crescimento da economia brasileira ”, afirmou. Outra ideia, ele acrescentou, é alterar o tratado federativo. “Na versão mais radical do pacto federado, a versão será a seguinte: todas as despesas são liberadas, desatadas, não indexadas. Todas as despesas de todos os assuntos da federação. Isso retorna o controle dos orçamentos estaduais para a classe política. Orçamentos e responsabilidades.

Por acordo do MERCOSUL com a União Européia, prevê-se que sua consolidação demorará cerca de 2,5 anos. Ele também falou sobre a adesão do país à Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), observando que o governo dos Estados Unidos assegurou que fez uma recomendação para que isso aconteça rapidamente. “A abertura gradual da economia brasileira está garantida”, disse ele.

“Quando as estradas certas são escolhidas, os futuros governos terão que seguir esse caminho. Ao fazer as coisas certas, você começa a andar e ninguém se incomoda com isso. Estou muito confiante no Brasil. "

Agência Brasil

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