O promotor recomenda aumentar a punição de Lula no local de ação Atibaia

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O Procurador Regional da 4ª Região, Mauricio Gotardo Gerum, sugeriu que a corte Lava-Jato aumentasse a punição do ex-Presidente Luis Inácio Lula da Silva por processo criminal relacionado às reformas do sítio de Santa Bárbara em Atibaia. P. T. foi condenado pela juíza federal Gabriela Hardt a 12 anos e 11 meses de prisão, e sua apelação será considerada pelo tribunal em segunda instância. Ele foi condenado por supostos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A opinião de Gerum é mais um passo em direção ao processo de julgamento do caso pelo Tribunal Distrital Federal de Lula pelo 4º distrito. Ele é o promotor responsável por analisar os recursos do Amor Jato e os acusados ​​contra o veredicto da juíza Gabriela Hardt. O juiz Leandro Paulsen, presidente da 8ª Vara da Corte, disse que o julgamento poderia ocorrer antes do final de 2019.

Quando a juíza Lula foi condenada, a juíza Gabriela Hardt levou em consideração os custos da OEA e da Odebrecht R $. 1 milhão em um site que pertence a Fernando Bittar. Gerum também recomendou que o Tribunal Distrital Federal do 4º distrito também o criminalize por corrupção passiva "como resultado das reformas realizadas por José Bumlay no local em Atibaie".

O promotor ainda pede à Corte que “puna a culpa do réu Luis Inácio, considere comportamentos sociais negativos em relação aos réus Luiz Inácio, Leo Pinheiro, Agenor Medeiros, Paulo Gordillo e José Bumlay”, além de considerar “motivos negativos de todos os crimes” de corrupção pelo réu Luis Inácio (e não apenas quando os fundos ilegais foram para o PT). "

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