O orador está sob pressão e a comissão deve votar a reforma da segurança social na quinta-feira.

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Uma comissão especial que analisa a reforma do sistema de pensões na Câmara dos Representantes preparou o caminho para a votação do texto principal da proposta. Na madrugada de quinta-feira os deputados rejeitaram cinco declarações da oposição sobre o adiamento da votação. Isso faz parte de um obstáculo para os parlamentares reformistas.

A reunião, que começou por volta das 19h30 da quarta-feira, durou mais de seis horas e entrou na madrugada.

Com a rejeição dos requisitos e a agenda “limpa”, o presidente do comitê, MP Marcelo Ramos (PL-MA), marcou as 9h desta quinta-feira. sessão para votar o relatório de Samuel Moreira (PSDB-SP). O processo de votação deve ser estendido por todo o dia.

– Temos um processo de votação aberto. Assim, não pode mais haver uma mudança na votação apresentada pelo Sr. Samuel Moreira. Até agora, temos 25 pontos principais e 99 pontos principais individuais ”, disse o presidente do comitê especial.

Após a votação do texto principal da reforma, ainda será necessário analisar os principais pontos, que são votos de seções separadas do relatório ou inclusão. correções no texto. O projeto será analisado em sessão plenária da Câmara dos Deputados, na qual será digitado em dois votos.

Já que esta é uma proposta para emendar a Constituição, pelo menos 308 votos serão dados a ele antes de ir para o Senado. O prefeito Rodrigo Maya (DEM-RJ) disse que poderia convocar uma votação em plenário na próxima semana. Segundo ele, mais de 325 pessoas já votaram por esta proposta.

Membros passaram a quarta-feira discutindo as emendas do relatório, tentando chegar a um acordo que lhes permitisse votar os requisitos e o texto.

O relator e prefeito Rodrigo Maya (DEM-RJ) e o presidente da Câmara dos Deputados conduziram as conversações, marcadas para o meio-dia, mas só começaram às oito da noite, depois de mudanças no relatório e de vários parlamentares.
Embora funcionários do governo estadual e municipal tenham sido excluídos do texto da reforma, alguns parlamentares ainda questionam passagens específicas que mencionam governos regionais.

As regras para a polícia federal também causaram conflitos. Após a intervenção do presidente Jair Bolsonaro, foi anunciado um acordo para reduzir a idade mínima de aposentadoria desses especialistas. A polícia rejeitou a mudança, que acabou sendo revertida, mantendo a proposta original do governo (55 anos para homens e mulheres). Agora essas mudanças serão analisadas separadamente.

Antes do encerramento da sessão, Moreira apresentou mais duas mudanças em seu relatório, a última antes da votação. O deputado estabeleceu que a idade mínima de aposentadoria dos funcionários estaduais e municipais deveria estar nas constituições estaduais e nas leis orgânicas dos municípios.

GLOBO

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