O legislador do STF até aceita a alegação dos corporativistas apenas para revogar o regulamento de Moro

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Fachada do Tribunal Federal de Justiça. Brasília, 26 de outubro de 2008. Foto: Sérgio Lima / Poder 360

O ministro Sérgio Moro deixou Lava Jato, mas os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) não negligenciam o papel do ex-juiz, que mostrou ao Brasil como punir políticos corruptos. Na quinta-feira (16), o ministro e legislador Dias Toffoli, presidente do STF, reagiu incontinentemente a uma ação corporativista para derrubar um simples ato administrativo de Moro, que disciplinou a ação conjunta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) com a Polícia Federal. As informações são de Cláudio Humberto, colunista do Diário do Poder.

Por que Toffoli incluiu tão dolorosamente as alegações da corporativista? Para o PRF "não atue como polícia federal". É como se o PRR não fosse uma força policial. Curiosamente, Toffoli acusou Moro de invadir as responsabilidades do Congresso, se é o STF que supervisiona as decisões legislativas. O ministro do STF usou uma lacuna no estatuto para tomar essa decisão, apesar do relator da ação, ministro Marco Aurélio.

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