O índice de preços do petróleo é liderado por deputados do Nordeste

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Foto: Comunicado de imprensa / El Pais

Apesar dos temores de que uma comissão parlamentar de inquérito sobre petróleo que mancha as praias do Nordeste prejudique ainda mais o turismo na região e intensifique o debate entre a oposição e o governo, O CPI do derramamento de óleo será instalado na casa na próxima semana. E esse índice de preços ao consumidor é dominado pelas legislaturas do Nordeste, principalmente pelos críticos do governo Jair Bolsonaro. Dos 17 membros já indicados para o conselho, apenas três são do nordeste. E o acordo firmado entre os líderes do partido deve entregar a presidência e os relatores do VPI aos deputados da região: Isnaldo Bulhões (MDB-AL) e João H. Campos (PSB-PE) são os principais candidatos até agora.

O CPI do derramamento de óleo foi proposto por Campos e apoiado por mais de 260 deputados de todas as regiões e partidos representados na Câmara. No entanto, a moção só foi aprovada após 20 dias de conversas com líderes do partido e turismo pelo presidente Rodrigo Maia (DEM-RJ). Maia queria garantir que o índice de preços ao consumidor não fosse usado como palco para o debate político, mas como um espaço para discussão sobre o surgimento de derramamentos de óleo e também para propostas que pudessem evitar novos desastres ambientais como esses. Além disso, o fato de os derramamentos de óleo não terem sido explicados por mais de dois meses e estarem se espalhando tanto ao longo da costa brasileira que não mais poluem apenas as praias do nordeste tem sido crucial para a criação do IPC.

Rodrigo Maia aprovou a solicitação da CPI no início desta semana e mobilizou os líderes do partido para a nomeação de deputados que formarão o conselho. Até o momento, 17 dos 34 membros do comitê foram indicados pelas partes. Destes, apenas três são do nordeste: Rodrigo Agostinho (PSB-SP), que já tomou medidas para controlar derramamentos de óleo como presidente da Comissão de Meio Ambiente da Câmara; Alexis Fonteyne (Novo-SP); e Otoni de Paula (PSC-MG)

PSL, PP, PSD, PSDB, Solidariedade, Cidadania e PT ainda não declararam quem serão seus representantes na CPI. O MDS ocupou apenas uma das duas cadeiras a que tem direito, mas ela já sabe que deve ser a presidente do comitê composto por MDB, PP e PTB. Foi então acordado o preenchimento da posição no MDB, confirmando a intenção do Congresso de Foco de entregar a Presidência da CPI a um deputado do Nordeste. Isnaldo Bulhões deve assumir o cargo, o único representante do MDS que confirmou sua participação no conselho.

O relator foi encaminhado a João H. Campos & # 39; PSB. Tadeu Alencar, presidente do PSB na Câmara dos Deputados, lembra que é tradição para o parlamentar que propôs a criação da CPI trabalhar com o presidente ou relator do comitê. "Os relatórios se concentram mais em discussões técnicas, e a presidência é responsável pela execução do trabalho. Pedimos ao relator porque queremos sujar nossas mãos em questões técnicas, se estamos procurando a fonte do petróleo ou discutindo medidas que as administrações públicas e os legisladores podem adotar para prevenir e controlar esses desastres ". explicou Alencar. Segundo ele, o PSB não quer que o posto desencadeie confrontos políticos

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