O governo aumenta sua previsão de crescimento do PIB em 2020 para 2,40%

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Foto: Adriano Machado / Reuters

O Departamento de Comércio elevou sua previsão de crescimento do produto interno bruto (PIB) de 2,32% para 2,40% em 2020 na terça-feira. A projeção está incluída no Boletim Macrofiscal publicado pela Secretaria de Política Econômica.

Para 2019, cujos resultados ainda não foram publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a previsão para a área de crescimento econômico passou de 0 para 0 90% para 1,12%

O mercado financeiro, por sua vez, estima para 2019 Crescimento do PIB de 1,17%, de 2,3% em 2020 e de 2,5% em 2021. Na semana passada, o banco central previu mais de 100 instituições financeiras.

“No segundo semestre de 2019, a economia brasileira mostrou sinais mais fortes de recuperação do crescimento dinâmico. O emprego e a renda aumentaram, o que levou a uma redução na taxa de desemprego ”, afirmou o Ministério da Economia.

Segundo a área econômica, a taxa básica atualmente caiu para o mínimo histórico de 4,5%. por ano, eles devem impactar a atividade econômica desde o primeiro semestre do ano, "especialmente a partir do segundo trimestre".

Inflação

De acordo com o estudo do Bureau de Política Econômica, a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA), inflação oficial, a expectativa deste ano passou de 3,53% para 3,62%.

Na semana passada, o mercado financeiro estimou um IPCA de 3,58% para 2020.

As expectativas de inflação do mercado para este ano estão abaixo da meta central de 4%. O intervalo de tolerância do sistema de destino varia de 2,5% a 5,5%.

A meta de inflação é estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para conseguir isso, o banco central aumenta ou diminui a principal taxa de juros da economia nacional (Selic).

No ano passado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a taxa oficial de inflação do Brasil, fechou em 4,31% acima do centro anual de 4,25%. Foi a maior taxa de inflação anual desde 2016.

Dívida do governo

A secretária especial do Tesouro do Departamento do Tesouro, Waldery Rodrigues, informou que a área econômica está prevendo um nível mais baixo de dívida do governo que 2006 no próximo produto interno bruto (PIB) anos.

G1

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