No RN, dois idosos tornam-se vítimas de violência no dia

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A possibilidade de sofrer violência de rua é um problema permanente para a maioria dos brasileiros. No entanto, para alguns grupos da população, seus lares são frequentemente encontrados. Das mais de 37.000 queixas de violência contra pessoas idosas registradas no Disque 100 em 2018, 52% tiveram qualquer membro da família da vítima como agressor. Para especialistas, a situação revela as barreiras que ainda existem para queixas que não refletem a necessidade geral de órgãos, como o Ministério Público, ou a totalidade de casos que são amplamente contestados.

Em 2018, 1.638 pessoas eram suspeitas de cometer violência contra idosos no Rio Grande do Norte. Destes, 57,5% eram parentes da vítima. O número de suspeitos excede o total de queixas apresentadas ao Disque 100, que em 848 era 823. Segundo o Ministério de Assuntos da Mulher, Família e Direitos Humanos, com o qual o canal está conectado, isso se deve ao fato de uma queixa ter mais de um suspeito.

“Temos consciência dessa característica das violações de direitos humanos da família, tanto com idosos, com pessoas com deficiência, como com crianças e adolescentes”, afirma Juliana Silva, pesquisadora do Centro de Referência em Direitos Humanos Marcos Dionisio (CRDH). ), Universidade Federal do Rio Grande do Norte

Proporcionalmente à população, o Disque 100 coloca o RN em segundo lugar no ranking nacional por acusações de violência contra um idoso, ou seja, ocupado pelo estado desde 2016 – antes disso ficou em terceiro lugar.

Se olharmos apenas para os números do relatório, isso significa que em 2018, em média, dois idosos foram vítimas diárias de violência do Estado em 2018, a maioria dos quais foram cometidos em suas próprias casas. O número de reclamações aumentou 4% em relação ao ano anterior no estado, mas a última grande variação apresentada foi de 2011 a 2012, quando o estado saltou de 324 para 722. Em nível nacional, o aumento no número de reclamações foi de 13%.

Tribuna do Norte

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