Moro repensa Milestone e não reconhece a autenticidade de "distorcida e sensacional"

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Sergio Moreau, Ministro da Justiça e Cidadania, publicou uma nota na manhã de sexta-feira, 5 de outubro, para resistir a uma nova onda de supostas conversas com seu nome e pessoas associadas à Operação Lava Jato, publicada pela revista [19459005

. que enquanto servia como juiz federal em Curitiba, Moreau assessorou os promotores da Operação. Lava Jato incluiu provas para reforçar as acusações em um desses casos. O ministro alega que não reconhece a autenticidade dessas alegadas mensagens.

Além de não reconhecer a autenticidade, Moreau diz que sempre foi e será um defensor da liberdade de imprensa. Mas ele rejeita categoricamente "a intrusão criminal nos aparelhos telefônicos de agentes públicos, a fim de invalidar sentenças por corrupção ou impedir a continuação de investigações".

O ex-juiz critica o que ele considera “revelações distorcidas e sensacionais da suposta mensagem, obtidas por meios criminais e que podem ser total ou parcialmente falsificadas, sem o prévio direito garantido de responder às pessoas envolvidas e sem uma verificação jornalística completa dos fatos documentados, , se tivesse sido feito, teria demonstrado inconsistência e falsidade

"O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moreau, não reconhece a autenticidade do alegado mensagens Mykh lavagem, e que pode ter sido total ou parcialmente falsificadas. É lamentável que a revista Veja se recusou a enviar uma cópia das mensagens antes da publicação e estipulou a submissão de supostas mensagens ao fornecer uma entrevista, o que é inadequado. Em qualquer caso, algumas explicações objetivas:

1 – Culpe o ministro, depois o juiz, pela parcialidade da suposta mensagem, na qual ele solicitaria uma manifestação urgente do Ministério Público para decidir sobre a anulação da opinião preventiva de José Carlos. Bumlai A prisão preventiva de José Carlos Bumlaya foi anunciada em 19 de novembro de 2015. A prisão foi cancelada no final de dezembro. A pausa começa no dia 19 de dezembro. Então, a manifestação do ministério de estado era necessária, como é nos pedidos da espécie, para resolver o pedido de proteção. A urgência decorre da natureza do tipo de solicitação e, em um caso particular, da proximidade de um intervalo judicial, que começa em 19 de dezembro. Então, um pedido de urgência, se a mensagem for autenticada, seria feito em favor do acusado, e não vice-versa. Deve-se notar que o Ministro, como juiz, em 18 de março de 2016, forneceu a José Carlos Bumley um subsídio de prisão domiciliar para tratamento médico, que foi realizado em oposição ao CPP. Os fatos podem ser verificados no decorrer da 5056156-95.2015.4.04.7000 da 13ª Vara Federal de Curitiba.

2 – Culpa o ministro e, em seguida, o juiz de parcialidade com a suposta mensagem do terceiro, no sentido de que seria necessária a inclusão de fato e prova na denúncia do MPF contra Zvi Skornitski e Eduardo Musa em processo penal 50.04.05-59 2016.4.04.7000. O Ministro não pode confirmar ou responder ao conteúdo da comunicação pretendida entre terceiros. Em qualquer caso, se Vey ouvisse o ministro ou checasse os fatos, ele saberia que a acusação contra o depósito de US $ 80.000, datado de 7 de novembro de 2011, que foi incluído além da queixa, não era considerada crime. na sentença proferida pelo então juiz em 2 de fevereiro de 2017, ambos foram absolvidos desse fato (parágrafos 349 e 424, letras A e D). Em si, o perdão revela a falsidade de uma declaração sobre a existência de conluio entre o juiz e os acusadores ou a violação do vício, apontando também para a natureza fraudulenta da alegada comunicação.

3 – acusa o ministro e depois o juiz de ocultar os fatos do ministro Theor Zawaski das informações apresentadas na denúncia 21802 do Supremo Tribunal Federal e impetrada por Flavio David Barr. Deve-se esclarecer que o então juiz informou ao STF em 17 de setembro de 2015, informando que naquela época não possuía informações sobre o registro de pagamentos às autoridades privilegiadas. Esta afirmação é verdadeira. O relatório pressupõe que o juiz então mentiu para se referir à suposta planilha contida nas supostas comunicações de terceiros, datadas de 23 de outubro de 2015. Não há nenhum elemento que testemunha a autenticidade dos relatos alegados ou no sentido de que o então juiz tinha mais de 30 dias antes, portanto, é óbvio que o elemento acima evidenciado foi feito apenas supervenientemente e, portanto, o juiz nunca mentiu ou escondeu Fatos do STF nem neste episódio, nem em qualquer outro.

4 – Acusa-o de ver o ministro e o juiz impediu o acordo de cooperação do MPF com o ex-deputado Eduardo Cunha. Acontece que a possível colaboração de Eduardo Cunha, por envolver pagamentos presumíveis às autoridades privilegiadas do fórum, nunca foi tratada pela 13ª vez em Curitiba ou ficou a cargo do ministro, depois do juiz.

5 – Encarrega o Ministro Veii, então o juiz, a Comandante da Operação Lava Jato, em conexão com a intervenção ou cronograma das operações para a execução de prisões ou ordens de busca e confisco. Ao discutir o momento da operação, estamos falando sobre o cumprimento das decisões judiciais que já foram tomadas, e é necessário que grandes investigações, como a Lava Jato, planejem sua implementação, evitando, por exemplo, seus familiares durante um intervalo judicial.

O Ministro da Justiça e da Segurança Pública sempre foi e será um defensor da liberdade de imprensa. No entanto, a invasão criminosa nos dispositivos celulares de agentes públicos é categoricamente rejeitada, a fim de invalidar as sentenças por corrupção ou impedir a continuação das investigações. Mais uma vez, a autenticidade das alegadas mensagens atribuídas ao então juiz não é reconhecida. Divulgação distorcida e sensacional de supostos registros criminais que poderiam ser total ou parcialmente falsificados, sem garantia prévia do direito de resposta das pessoas envolvidas e sem verificação jornalística completa dos fatos documentados, demonstraria a inconsistência e falsidade do assunto. De fato, a discrepância entre as supostas mensagens e os fatos documentados indica a possibilidade de falsificar seu conteúdo total ou parcial. "

Estadão

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