Jornalistas que investigam a morte de Adriano da Nóbrega são presos pelo Primeiro Ministro da Bahia

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Dois jornalistas da revista Veja foram presos pela polícia da Bahia nesta sexta-feira (14 de fevereiro) enquanto investigavam a morte do miliciano Adriano da Nóbrega. Segundo a revista, o repórter Hugo Marques e o fotojornalista Cristiano Mariz foram abordados pela polícia militar quando tentaram localizar o agricultor Leandro Abreu Guimarães, que foi nomeado como a principal testemunha para esclarecer o caso. Os especialistas foram forçados a entrar no veículo conforme permitido pela Lei 83.284 / 79. Dias antes de ser morto em uma operação policial, Adriano disse ao advogado que tinha medo de ser queimado e que não estava se entregando às autoridades. Fotos publicadas pela Veja mostram que o corpo de Adriano contém ferimentos de faca e marcas de armas de fogo que podem ter sido feitas de perto, indicando uma execução. Operação policial, baleado nas guarnições, e por isso ele foi morto. O repórter Hugo Marques disse que, durante a operação policial, o gravador que estava com ele foi levado por um policial em entrevistas realizadas na semana passada. Em seguida, foram levados para a delegacia e interrogados por cerca de 20 minutos.

Após serem ouvidos pela polícia civil, os comunicadores foram liberados e o gravador retornou. A secretaria de segurança pública da Bahia procurada pelo correio ainda não comentou o caso.

Com O Antagonista e Correio Braziliense

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