Congresso vê “divórcio” do Planalto pós-Previdência

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O Congresso prevê a temporada de fricção com o Planalto após a esperada aprovação da reforma previdenciária no segundo semestre, se o presidente Zhair Bolsonaro não mudar o jogo com os parlamentares. Dirigindo ataques em redes sociais bolsonaristas e manifestações de rua, como no domingo, os políticos de diferentes partidos acreditam que o governo não terá votos suficientes para retirar seus projetos do jornal, e não enfrentará "desconexão legislativa" porque há uma agenda pós-Prevência, construída pela cúpula da Câmara e do Senado.

Tudo o que tem um formato digital Plateau é cético em relação ao Congresso. Pouco antes do período de seis meses, que foi concluída na segunda-feira, Bolsonaro causou articulação do governo político, que será agora dirigido pelo general Luis Eduardo Ramos, mas mesmo anúncios na troca não poderia acalmar o humor [19659002UchastvuyavvoskresenevaktevpodderzhkuministrayustitsiiSerzhiuMoroLavyYatoipensionnoyreformyzamestitelEduardoBolsonaro(PSL-SP)skazalchtovstranebudutprohoditaktsiiprotesta"kazhdyyrazkogdagotovitsyaetotKongress""[19659002] Moreau irá testemunhar na terça-feira, 2 de março de 2009.

Moreau vai testemunhar na terça-feira, 2 de março, a pedido do Presidente da República, na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) sobre a troca de comunicações que lhe foi atribuída quando era juiz, com os promotores Love Jato. O conteúdo das conversas foi publicado no site da Intercept Brasil. O pacote anti-corrupção de Moro é atualmente uma das medidas que podem estar sujeitas à repressão no Congresso.

De acordo com relatórios do presidente do Senado, Davie Alcolumbre (DEM-AP), o Planalto não terá os votos para aprovar projetos relevantes após a aposentadoria. "Depois da reforma, será muito difícil combinar a Câmara e o Senado com esse modelo", disse Alcolumbre em um jantar organizado há oito dias pelo jornal digital Poder 360. “No Senado, o governo tem quatro votos do PSL. Você deve procurar uma abordagem política. “

Alcómbre vê“ muito mais dificuldade ”para dirigir as propostas do executivo para retornar às férias parlamentares em agosto, se elas não interessam aos parlamentares. "Eu sou da Amazônia. Por exemplo, um cara precisa de uma arma", comentou o senador, referindo-se a um decreto escandaloso editado por Bolsonaro.

Apesar do governo tropeçar nas relações com a Câmara e o Senado, Membro do Parlamento Carl Zambelli )) disse que acredita que a pressão pública vai ajudar Bolsonaro a assinar projetos como o pacote Moro, um projeto que amplia a posse de armas e a privatização.

Clima

Bolsonaro não tem seis meses no cargo Ainda há um controvertido divórcio no Congresso e no clima. "Ainda não sabemos qual é a agenda do governo, exceto a reforma previdenciária", afirmou o presidente da DEM ACM Neto. O prefeito de El Salvador Neto ressaltou que, diante desse cenário, É difícil fazer uma “previsão” sobre os votos conducentes a outras propostas do poder executivo: “Com toda a probabilidade, o governo fez uma escolha clara de não ter uma base”, concluiu ele.

Na avaliação do senador Vanderlan Cardoso (PP-GO), nada avançará até que o Planalto tenha prateleiras para disputas com o Congresso ou apresente medidas concretas. "O que eu vejo é apenas discurso." Qual é a agenda? Para Cardoso, Bolsonaro não tem plano B, não C, não D. “O governo tem apenas o plano A, que é uma reforma previdenciária, mas não abre a caixa preta da dívida pública”.

Em uma nova tentativa de neutralizar a “ofensiva” do Congresso, e especialmente do Centro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, desenvolveu uma estratégia para o “depois de amanhã” da Prevenção. Gedes está apostando na reforma tributária, que o governo apresentará, e quer discutir essa questão junto com uma proposta enviada pelo líder do ICBM na Câmara Balei Rossi (SP)

“A reforma tributária não é um governo. Essa é a agenda dos governadores, prefeitos e, sobretudo, da sociedade, que paga tanto ”, disse o prefeito Rodrigo Maya (DEM-RJ). Foi Maya quem pediu a Rossi para gerenciar o projeto, que combina cinco impostos, com base em um estudo do economista Bernard Appy.

Com a ajuda de Alcolumbre, Maya prepara um pacote de medidas para iniciativas de solução de problemas sociais como segurança, saúde e educação.Também no radar estão propostas como autonomia do Banco Central, redução da taxa de juros do cheque especial, contrato pesado de cessão entre União e Petrobras e o novo marco legal para o saneamento básico.

Bolsonaro disse recentemente que o Congresso quer transformá-lo na "Rainha da Inglaterra", que governa, mas não governa. Assegurando uma campanha que é contra a reeleição, ele admitiu que estava desafiando o novo mandato em 2022, se não aprovasse uma “boa reforma política”. O processo na Câmara prevê um mandato de cinco anos e o término da reeleição. No domingo, Eduardo Bolsonaro defendeu a limitação do número de mandatos parlamentares. "O congresso deve ser oxigenado", disse ele. O presidente, no entanto, foi reeleito seis vezes quando era deputado. Informações retiradas do jornal O Estado de S. Paulo

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