Bolsonaro nomeará 90 nomeações em 35 tribunais até o final de seu mandato em 2022.

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A eleição do filho do ex-presidente do Supremo Tribunal Federal para uma cadeira no Supremo Tribunal Eleitoral é apenas uma das 90 nomeações em 35 tribunais que o presidente Zhair Bolsonaro pode fazer antes do final do seu mandato. 31 de dezembro de 2022.

O número ainda aumentará para 108 se for criado um novo tribunal regional federal em Belo Horizonte, que abrirá uma vaga para 18 juízes.

Durante o mandato de Bolsonaro, haverá pelo menos duas vagas no STF (Supremo Tribunal Federal). Em todos os tribunais superiores, haverá 13 vagas.

Bolsonaro eleito Vice-Ministro do TSE, Vice-Presidente Carlos Mario Velloso Filho, Procurador-Geral Adjunto do Ministério Público Federal.

Ele é filho de Carlos Velloso, que presidiu o STF de 1999 a 2001, e ficou em terceiro lugar na lista tríplice submetida ao presidente.

A nomeação de Heir Bolsonaro (PSL) poderia mudar a carreira do judiciário.

Eles estimulam o lobby político de depoimentos de advogados e promotores, com base na cláusula constitucional referente a cargos judiciais que não são exercidos por juízes profissionais.

Durante

o primeiro-ministro, que deve deixar o tribunal, é Dean Celso de Mello, que faz 75 anos em novembro de 2020 (a idade de aposentadoria obrigatória). O STF secundário deve ser concedido após a aposentadoria de Marco Aurelio Mello em julho de 2021.

Os ministros do STF são nomeados pelo Presidente da República, mas devem ser aprovados pelo Senado. Nenhuma lista de nomeações. A pessoa selecionada não precisa estar associada ao tribunal.

Celso de Mello, da Procuradoria de São Paulo. Ele serviu como ministro de Louis Rafael Mayer, o ex-conselheiro geral da república. Marco Aurélio, ex-juiz do trabalho, substituiu o ministro Carlos Madeira, ex-juiz militar do Maranhão.

Marco Aurelio foi nomeado por seu primo, depois pelo presidente Fernando Collor de Mello. Celso de Mello foi nomeado por José Sarni, nome sugerido por Saolo Ramos, então consultor da República

. Para a primeira onda no STF, Bolsonaro já sinalizou do ex-juiz Sergio Moreau, seu ministro da Justiça, ou sob algum nome do Evangelho

O presidente chegou a dizer que, tendo nomeado o ministro Moreau, ele fez um acordo para designá-lo mais tarde para lugar no STF.

Folhapress

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