Após 1 mês, o pacto se desfaz e Bolsonaro mantém desgaste com outros poderes.

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  Presidente Jeir Bolsonaro no café da manhã com Diaz Tofoli, Rodrigo Maya e Davie Alcolumbre
Presidente Jeir Bolsonaro no café da manhã com Diaz Tofoli, Rodrigo Maya e Davi Alcolumbra – Marcos Correa – 28.mai. Um mês depois de anunciada a solução do problema de distorcer as relações entre os três poderes da república, o chamado “Pacto pelo Brasil” ficou na prateleira dos projetos diferidos.

] No Congresso, a redação de um documento conjunto sempre foi recebida com desconfiança. Tanto é assim que na quarta-feira (26), na véspera do aniversário mensal do anúncio do protocolo de intenções, pelo menos quatro líderes do centro descreveram a proposta como natimorta.

A avaliação atual na Câmara e no Senado – a referência dos presidentes Rodrigo Maya (DEM-RJ) e Davy Alcolumbre (DEM-AP) respectivamente – é que a posição militante do presidente Jeers Bolsonaro (PSL) contra o Parlamento exclui qualquer acordo sobre Aliança entre os três poderes.

Nesta quinta-feira (27), o Presidente do STF Dias Tofoli pretende voltar a discutir o texto com o Ministro das Famílias Civis Onyx Lorenzoni. O presidente, que avalia os membros dos órgãos legislativos e judiciais, libera uma série de sinais de relações trocadas que

Por exemplo, no sábado (22), Bolsonaro reabriu as relações tumultuadas que mantém com o Congresso, dizendo que o Legislativo o corpo tem cada vez mais "superpoderes" e quem quer deixá-lo como a "Rainha da Inglaterra" que governa, mas não governa.

“Puxa, você me deixará como a rainha da Inglaterra? Bolsonaro disse ainda que o pacto entre os poderes executivo, legislativo e judicial deve ser algo “do coração”.

Bolsonaro também disse que o pacto entre os poderes executivo, legislativo e judicial deve vir do coração. “Com todo o respeito, eu nem precisei assinar um contrato. Tinha que vir do coração, dos seus sentidos, da sua alma. ”

Deputados e senadores dizem que a assinatura de um documento conjunto depende da confiança mútua entre as partes e que hoje essas relações não existem com o atual governo.

Parlamentares ouvidos por Foley dizem que não se pode confiar no presidente que, segundo eles, está abusando da emissão de decretos e medidas provisórias infringindo os poderes do legislativo. O primeiro encontro para discutir o pacto, em 28 de maio o Palácio do Planalto sofreu sérias derrotas no Congresso e no Supremo

na segunda-feira (24), o ministro do STF Luis Roberto Barroso suspendeu com uma decisão preliminar (preliminar) uma medida emitida por Bolsonaro que devolveu o direito de demarcar as terras dos povos indígenas ao Ministério da Agricultura após o Congresso proibir tal iniciativa [19659004] No dia seguinte, terça-feira (25), o presidente do Senado Davi Alcolumbre informou que Naro é uma medida temporária relativa à demarcação . Após esta atribuição é devolvido ao Ministério da Justiça, conforme determinado por deputados e senadores.

Um grupo de senadores exigiu que Alcolumbre retornasse uma medida temporária. Esta ala declarou ao Presidente do Senado que se o Congresso avançar com esta proposta, ele legitimará o modelo de governo Bolsonaro, que é prejudicial ao processo legislativo.

A primeira versão do pacto foi discutida no final do mês passado. durante um café da manhã no Palácio do Amanhecer do Presidente Jere Bolsonaro com Rodrigo Maya, Davi Alcolumbra e Díaz Tofoli.

O culto de Bolsonaro aos chefes dos corpos legislativo e judicial ocorreu em uma atmosfera de desconfiança entre as partes.

Dois dias antes, a liderança do Congresso e do próprio STF eram objeto de manifestações de rua em apoio ao governo. O próprio presidente encorajou ações ao afirmar que elas eram significativas e históricas.

Encontro no Alvorado com o direito de posar para fotos, com o objetivo de transmitir uma imagem em torno da qual os poderes foram unidos por um único objetivo. O texto discutido ali pregava “cooperação efetiva dos três poderes” para “implementar as macro-reformas estruturais” para o país.

O texto incluiu cinco temas prioritários: segurança social e reforma tributária, revisão do pacto federativo e aprimoramento da política nacional de segurança pública.

A ideia, segundo Onyx, era que o documento final com os compromissos assumidos pelas autoridades executivas, legislativas e judiciais fosse assinado em 10 de junho no Palácio Planalto

FOLHAPRESS

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