Apenas seis meses atrás, "taokey"?

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By Odemirton Filho

O governo do Presidente Jair Messias Bolsonaro (PSL) chegou em seis meses. Com sua linguagem coloquial e suas costumeiras aversões, o presidente está se tornando famoso por dizer o que vem à cabeça, sem medo de ofender ninguém.

É clara a sua incapacidade de articular idéias e fazer um discurso coeso, não muito

. De fato, todo início de cargo traz a inexperiência daqueles que ainda não estão ligados à máquina administrativa, especialmente porque o presidente nunca esteve à frente de qualquer ramo executivo.

A equipe formada foi liderada pelos ministros Paulo Guedes, chefiando o Ministério da Economia, e o ministro Sérgio Moro, comandando o Ministério da Justiça e Segurança Pública.

É apressado, na minha opinião, creditar o fracasso ao governo. Ainda há um longo caminho a percorrer antes de completar o seu mandato.

O padrão conservador dos costumes será uma constante, além de estar imerso em debates nas redes sociais que apenas inflamam o país já politicamente dividido.

O presidente, como é dito, ainda não desceu da plataforma e insiste em parar as disputas ideológicas que não acrescentam nada ao seu governo, como a luta contra o marxismo cultural e a ideologia de gênero.

Com o Congresso Nacional, a relação do governo é feita de altos e baixos, não sendo tão harmoniosa quanto a Constituição Federal, apesar de estar no Parlamento há quase trinta anos.

Na esfera econômica, o ministro Paulo Guedes vem trabalhando com o escopo de aprovar a Reforma Previdenciária, fundamental para equilibrar as contas públicas e atrair investimentos.

Entretanto, é interessante notar que os peritos económicos afirmam que apenas a reforma das pensões (19659003) Uma das principais promessas de campanha do então candidato presidencial foi a expansão da posse e posse de armas.

No entanto, posteriormente, antes da resistência do Congresso Nacional, revogou o Decreto e emitiu três novos, bem como um projeto de lei sobre o assunto.

Na mesma linha, o ministro Moro enviou seu pacote anticrime ao Parlamento, no entanto, o processo do projeto está indo devagar.

No aspecto político, a primeira queda ocorreu com o ministro Gustavo Bebianno, da Secretaria-Geral da Presidência da República, envolvido no escândalo das candidaturas de laranjas do PSL. Com a prisão dos assessores do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, no caso do laranjal, pode ser o próximo a cair.

Posteriormente, o ministro da Educação, Ricardo Vélez, foi à lona, ​​por manifesta incapacidade administrativa, além de frases infelizes, como a de que brasileiros se comportam como "canibais" no exterior, além de querer contar o golpe de 64 por outro viés, minimizando esse período negro.

Houve também uma queda na equipe econômica do até então intocável ministro Paulo Guedes, quando o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, pediu a exoneração, após declarações do presidente [19659003] O ministro Sérgio Moro está no meio do fogo cruzado devido ao vazamento de conversas no site da Intercept Brasil entre ele e o procurador-geral, Deltan Dallagnol, na operação Lava Jato.

Entretanto, o antigo juiz ainda goza de credibilidade perante o governo e a opinião pública, mas se a autenticidade dos diálogos for comprovada, a sua permanência será, sem dúvida, insustentável.

Não se pode esquecer as "pérolas" da Ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, o atual Ministro da Educação, Abraham Weintraub e os filhos do Presidente (um suspeito de ser não-republicano) . Tudo sob o olhar vigilante e mal-educado do guru ideológico Bolsonaro, Olavo de Carvalho

Cabe destacar que o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, até agora tem sido o mais proativo, adotando medidas para "Desbloquear projetos para melhorar a logística do país, remover obstáculos burocráticos e reduzir os requisitos para a participação do setor privado em novas empresas. "

Houve uma queda significativa no número de homicídios no país, mas não é possível avaliar se existe uma relação direta com as ações do governo federal ou se os Estados membros estão mais firmemente no combate à violência.

Por outro lado, o desemprego continua a subir na casa de 13 milhões de pessoas, e o consumo de ainda falta em níveis que poderiam promover o crescimento econômico.

Há uma falta de investimento no setor produtivo, sem o qual não há criação de emprego, aumento de renda e

Segundo o ministro Paulo Guedes, a aprovação da Reforma da Previdência é uma verdadeira panacéia. No entanto, vale lembrar que a Reforma Trabalhista criaria milhões de empregos, e o que vemos até agora tem sido mera retórica.

Também vale a pena mencionar o relacionamento do governo com a comunidade internacional

a pretensão de realocação da Embaixada de Tel Aviv para Jerusalém causou mal estar com os países árabes, e o presidente prudentemente recuou. De fato, a subserviência de Bolsonaro ao governo dos EUA não é compreendida.

Além disso, a chanceler alemã Angela Merkel declarou recentemente que a situação do Brasil em questões ambientais e de direitos humanos sob o atual governo é "dramática".

Note-se, contudo, que um acordo comercial entre o Mercosul e a União Européia é iminente de ser celebrado, o que é um estímulo para a economia de nossa região.

Finalmente, é de se esperar que o governo pare de promover "uma demonstração de besteira", segundo o general Carlos Alberto dos Santos Cruz,

Odemirton Filho é bacharel em Direito e Direito. um oficial da justiça

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