Alcolumbre sanciona índice de preços ao consumidor por notícias falsas e reação do governo

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Jair Bolsonaro criticou quarta-feira 3 pela criação da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), que investigará crimes envolvendo a divulgação de notícias com perfis falsos e o uso de perfis fictícios durante a campanha eleitoral do ano passado.

O número de objetivos listados para um CPI misto é compilado por políticos de diferentes partidos – PT PSL – para apoiar a iniciativa, mas para diferentes interesses. Em oposição, um dos objetivos é usar a comissão para discutir suspeitas de violações na campanha de Jeyer Bolsonaro em 2018. Aliados do governo querem identificar as condições que levaram à divulgação no site Intercepção Brasil mensagens atribuídas a um ex-juiz Sergio Moro ao atual Ministro da Justiça e membros do Amor Jato Lava Jato [19659011] Curitiba. A iniciativa, no entanto, não é unânime entre o governo. Filipe Barros (PSL-PR) entrou com uma petição no Supremo Tribunal Federal para suspender o trabalho colegial, em um mandado enviado ao presidente do Tribunal Dias Tofoli, o legislador afirmou que "há um alto risco de restrições ilegais e violações dos direitos e garantias básicas dos potenciais investigadores. "

O vice-chefe de governo da Câmara, deputado Marco Feliciano (We-SP) também disse que temia que a oposição tentasse usar uma comissão para "prejudicar o governo de Bolsonaro". Isso pode acontecer, segundo o parlamentar, porque a oposição está “unida”, enquanto o PSL, o partido presidencial, está “dividido em quatro grupos”.

“Acho que isso tem outro preconceito, a ideia é prejudicar o governo de Bolsonaro. Nosso povo precisará saber como trabalhar. A oposição é unida, trabalha em conjunto e temos o PSL, dividido em quatro grupos, é difícil ”.

Na quarta-feira, 3, no Twitter, Alcolumbre falou sobre “proteção cidadã”. “O aparato tecnológico usado na divulgação de notícias falsas está se tornando níveis cada vez mais assustadores. "A legislação de execução deve acompanhar o progresso tecnológico", diz o presidente do Senado.

A Comissão será composta por 15 senadores e 15 deputados. As partes ainda precisam fornecer nomes de membros. Um pedido para criar um CPI misto foi apresentado pelo MP Alexander Leite (DEM-SP) e contou com o apoio dos líderes da Câmara dos Deputados

Ameaças. Na arena política, a proteção dos congressistas, que são atacados via Internet, também é prevista, e a identificação dos responsáveis ​​por essa crítica. Entre os alvos potenciais estão os partidários de Bolsonaro e parlamentares aliados que transmitem ao vivo nas redes sociais durante uma votação no Congresso, um grupo conhecido como “banco vivo”.

Esta semana, o senador Fabiano Contarato (Rede-ES) disse que foi ameaçado de morte após uma batalha com Moreau durante uma audiência na Comissão sobre a Constituição e Justiça (CCJ). No mês passado, Alcolumbre disse que os senadores também relataram ter recebido ameaças depois de votar na derrubada dos decretos de Bolsonaro, que tornaram mais flexível o porte e posse de armas no Brasil.

Como mostrado por o estado em maio, quando a Milk começou a coletar assinaturas, a criação de uma CPI mista também estava de acordo com uma investigação da Suprema Corte destinada a atacar os ministros dos tribunais. A avaliação dos bastidores é que a comissão pode arcar com o ônus das medidas que seriam tediosas, como investigar as ações dos promotores que usam o Twitter e o Facebook para criticar os magistrados.

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