A revisão mostra que a seguradora líder está exercendo pressão para enterrar o CPV do DPVAT

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Uma auditoria do conselho da KPMG, encomendada pela seguradora líder, mostra as relações do cordão umbilical entre os principais representantes do setor de seguros e parlamentares e levanta a suspeita de que os parlamentares encerraram o DPVAT-CPI em 2016. Acidentes de trânsito para compensar vítimas O DPVAT foi o foco de uma recente disputa legal entre os três poderes. O governo Bolsonaro tentou cancelar o seguro alegando que seu pagamento era fraudulento há anos. Os congressistas responderam à medida, alegando que ela prejudicaria o serviço do segurado. O Tribunal de Justiça Federal (STF) negociou o assunto em dezembro passado e cancelou o fim do DPVAT.

A pesquisa da KPMG, à qual a SEE teve acesso, detalha os medos de Lider sobre o estabelecimento do DPVAT-VPI e as discussões. O então diretor jurídico da seguradora, Marcelo Davoli, ficou com os deputados para que as ligações não pudessem ser encaminhadas e as investigações na comissão parlamentar de inquérito não fossem prolongadas. Por exemplo, em 14 de janeiro de 2016, o então CEO da Líder, Ricardo Xavier, disse em um e-mail: “Temos que continuar trabalhando para que o VPI do DPVAT não obtenha a mesma classificação que o escritório da Câmara da Carf CPI”. A mensagem é dirigida a Antonio Mazurek, diretor de relações governamentais da Associação Nacional de Seguradoras (CNSeg).

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