A energia solar pode gerar receita bilionária

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Por Josivan Barbosa

A instalação de pequenos sistemas de geração de energia solar em telhados residenciais e prediais e condomínios solares – locais específicos para a produção de energia solar à disposição dos consumidores interessados ​​em utilizar a fonte – pode gerar uma coleção de R US $ 25 bilhões para os governos federal e estadual até 2027.

A estimativa é parte de um relatório produzido pela Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR) e que refutou cálculos feitos pelo Ministério da Economia que apontam que este tipo de geração de energia solar resultaria em incentivos fiscais de R $ 11 bilhões entre 2020 e 2035. Energia solar II

A diferença entre os dois relatos, explica a vice-presidente de geração distribuída da Absolar, Bárbara Rubim, é que a pesquisa do ministério considerou apenas a redução da arrecadação através da isenção de PIS, COFINS e ICMS, ali

A conta da Absolar considera o acervo que será obtido a partir da geração de empregos na manutenção dos equipamentos, nos investimentos dos projetos e na liberação de renda dos consumidores que terão economia com projetos de geração distribuída e terão mais recursos para usar em outras atividades.

Estrada da Pedra de Abeelha

A Estrada da Pedra de Abeelha que beneficiará diretamente os moradores de Felipe Guerra, Apodi e Caraúbas terá grande impacto na atração de empresas de energia eólica, como está acontecendo com as novas estradas construídas no município vizinho da Serra do Mel. Os três municípios possuem grandes áreas na Chapada do Apodi, região de ventos fortes e que podem ser um diferencial na instalação de sistemas eólicos. A nova estrada pode ser um fator decisivo para a instalação de parques eólicos, pois, como acontece na Serra do Mel, há necessidade de fácil acesso para o transporte de turbinas e outros equipamentos.

Estrada Pedra de Abelha II [19659002] Outro aspecto importante que justifica a construção da Estrada da Pedra de Abeelha é a existência nestes municípios de grandes áreas para a instalação de parques de energia solar. O baixo preço das terras rasas, principalmente entre os municípios de Felipe Guerra e Governador Dix-Sept Rosado, pode ser uma referência para atrair empresas do setor.

A Estrada Pedra de Abelha III

pode servir para facilitar o acesso de turistas do Centro-Oeste do RN e Alto Sertão da Paraíba e também da região serrana do RN às belezas naturais de Felipe Guerra como o parque de cachoeiras e o parque de cavernas, além dos olhos de água do

Outro setor que pode se beneficiar muito da indústria de calcário , devido à riqueza dessa rocha nos três municípios beneficiados. Com a construção da rodovia, a carcinicultura em Felipe Guerra e Apodi pode tomar as dimensões do que ocorreu no Vale do Jaguaribe, notadamente nos municípios de Jaguaruana, Russas, Quixeré, Limoeiro do Norte e Tabuleiro do Norte. O vale do rio Apodi-Mossoró, no trecho entre Apodi e Felipe Guerra, possui uma várzea muito ampla e possui todas as características do solo adequadas para a instalação de tanques de camarão e também viveiros para o cultivo de tilápia, tambaqui e outras espécies (19459003) [19659013] A referida estrada também será vital para o escoamento da produção de arroz vermelho da bacia do rio Apodi – Mossoró (principal região do arroz vermelho do RN) e milheto. O arroz vermelho tem como principal mercado a região de Campina Grande – PB e o milho é vendido para o estado de Pernambuco.

RN tem jeito

O Rio Grande do Norte tem condições de tentar atrair o vicat francês. O Brasil deve se tornar um dos principais mercados mundiais da cimenteira francesa Vicat e será uma plataforma para a expansão do grupo na América Latina, onde há planos de aquisições. A empresa, terceira maior do setor na França, finalizou em janeiro a compra de 66% da Ciplan, no Distrito Federal, por € 290 milhões. O primeiro passo no Brasil será adaptar o processo de produção para reduzir progressivamente o uso de combustíveis fósseis.

Josivan Barbosa é professor e ex-reitor da Universidade Federal Rural do Semiárido (UFERSA)

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