A cocaína, encontrada com o sargento Fab, é estimada em 5,6 milhões de rublos.

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As autoridades da Guarda Civil Espanhola estimam em 1,3 milhões de euros (cerca de 5,6 milhões de reais) 39 kg de cocaína encontrados na Força Aérea Brasileira Segundo Sargento Manoel Silva Rodriguez, segundo jornal espanhol El País. O soldado foi preso na terça-feira, 25 de setembro, no aeroporto de Sevilha, durante uma escala em um voo para o Japão, como parte de uma delegação que apoiou a viagem do presidente Jere Bolsonaro à cúpula do G-20. 19659002] Segundo a publicação, a Guarda Civil, que ainda não descobriu a pureza da droga, investiga o destino das drogas e por que os militares carregavam 37 sacolas em uma bolsa. As autoridades não descartam que a cocaína esteja na Espanha e acreditam que Silva pode ser "uma simples mula de organização de traficantes". Após a detenção, o sargento ordenou a prisão preliminar de um tribunal em Sevilha sem fiança para acusar de um crime contra a saúde pública – é assim que o código penal do país descreve esse tipo de crime.

A FAB informou ontem em uma conferência de imprensa que uma investigação foi organizada pela Polícia Militar (IPM) para descobrir este fato e que as investigações permaneceriam confidenciais. A prisão dos militares, que faziam parte do grupo de apoio à viagem do presidente Zhair Bolsonaro, teve grande influência na imprensa internacional na véspera de sua estréia no G20, encontro que reúne as vinte maiores economias do mundo em Osaka este ano. no japão.

A aeronave FAB na qual o sargento estava estacionado é usada como reserva para o avião presidencial e, portanto, o ambiente, do qual Silva fazia parte, não estava na mesma aeronave que Bolsonaro estava transportando de Brasília para um país asiático na terça à noite.

Em sua conta no Twitter, Bolsonaro classificou este episódio como "inaceitável". "Eu exigi uma investigação imediata e punição severa da pessoa responsável pela droga encontrada na FAB", disse o presidente. O ministro da Segurança Institucional sob o presidente, general Augusto Heleno, chamou o “fracasso” da detenção ocorrida antes da reunião do G-20, mas isso não viola a imagem do país no exterior. Heleno está em Osaka após o presidente, que se reuniu com o presidente francês Emmanuel Macron e com o presidente dos EUA, Donald Trump, na sexta-feira.

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