Tabela INSS 2020: saiba como calcular a alíquota progressiva

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No início do ano de 2020 houve mudança na tabela do INSS e no cálculo de contribuição, onde as alíquotas passaram a ser calculadas de forma progressiva.

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Pensando em instruir os leitores do nosso site, explicaremos no presente artigo fazer para calcular a alíquota a ser descontada do salário de acordo com o Calendário do INSS para 2020. Confira!

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Fonte da figura: site de mensagens MegaFrases

Tabela INSS: as novas alíquotas progressivas 

Conforme já mencionamos, a reforma da Previdência Social instituiu a progressividade das alíquotas de contribuição do INSS.

Mas, afinal, como funcionam essas novas alíquotas progressivas? Como o nome mesmo indica, elas possuem valores diferentes para cada faixa salarial.

Esses valores correspondem aos rendimentos recebidos pelos trabalhadores, o que significa dizer que quanto maior o salário recebido, maior também será a alíquota.

Para que isso fique mais claro, confira abaixo os valores das alíquotas correspondentes a cada faixa salarial:

  • Salário mínimo – alíquota de 7,5%;
  • Salários entre R$ 1045,01 e R$ 2089,60 – alíquota de 9%;
  • Salários entre R$ 2089,61 e R$ 3134,40 – alíquota de 12%;
  • Salários entre R$ 3134,41 e R$ 6101.06 – alíquota de 14%.

É importante frisar que essas variações levam em consideração também a categoria dos trabalhadores, havendo regras específicas para servidores públicos.

Como calcular as novas alíquotas de contribuição progressivas?

O cálculo da alíquota progressiva deve ser feito considerando os valores mínimos e máximos dos salários em cada uma das faixas que mencionamos no tópico anterior.

Ademais, o cálculo considera cada uma das parcelas do salário que correspondem às faixas salariais a que nos referimos. 

Para ilustrar melhor, citamos como exemplo o cálculo da alíquota de um salário no valor de R$ 3100. Veja como fazer isso no passo a passo a seguir.

Passo 1

Deve-se calcular a parcela referente à primeira faixa salarial. Isso pode ser feito da seguinte forma: 1045,00 x 0,075 = 78,38.

Passo 2

Em seguida, é necessário calcular a parcela referente à segunda faixa salarial. Para isso, utilize o seguinte cálculo: (2089,60 – 1045,00) x 0,09 = 94,01.

Passo 3

Nesse passo, você atinge a faixa salarial correspondente ao salário de R$ 3100. Isso significa dizer que não há necessidade de fazer outro cálculo considerando a quarta faixa salarial constante na tabela do INSS.

Para realizar esse cálculo, repita a fórmula utilizada no passo 2, considerando os valores da faixa salarial e da alíquota correspondente a ela. Nesse caso, temos: (3100 – 2089,60) x 0,12 = 121,25.

Passo 4

Por fim, você pode saber o valor total da contribuição fazendo a soma de todas as parcelas. Assim: 121,25 + 94,01 + 78,38 = 293,64.

Desse modo, temos uma alíquota que corresponde a 9,47% do salário do trabalhador. Para chegar nesse percentual, basta que você faça o seguinte cálculo: R$ 293,64 dividido por R$ 3100,00, que corresponde a 0,0947.

A nova tabela para contribuinte individual e facultativo

Os contribuintes individuais e facultativos também devem sentir mudanças nas alíquotas de contribuição.

Para pessoas que recebem até R$ 1045, a alíquota passa a ser de 5%, sendo ela exclusiva da modalidade de contribuição Facultativo Baixa Renda.

Os trabalhadores que recebem esse mesmo valor podem optar por contribuir com 11%.

Já a faixa salarial que vai de R$ 1045 até R$ 6101,06 tem uma alíquota de 20%, o que corresponde a valores que vão de R$ 209 até o teto de R$ 1220,20.

Como ficam as alíquotas para salários de funcionários públicos?

Os funcionários públicos também tiveram as alíquotas revisadas. Nesse caso, as alíquotas também são correspondentes ao valor dos rendimentos.

Assim, servidores que recebem até um salário mínimo estão sujeitos a uma alíquota de 7,5%.

Já os salários que vão do mínimo até R$ 2000 têm alíquotas de 9%. De R$ 2000,01 até R$ 3000 têm uma alíquota de 12%.

Salários que vão até o teto do INSS estão sujeitos a cobranças de alíquotas de 14%.

Para os valores que vão do teto até R$ 10 mil, as alíquotas correspondem a 14,5% dos salários. 

Até R$ 20 mil, o percentual cobrado pelo INSS é de 16,5%. Já os salários de até R$ 39 mil têm alíquotas de 19%. Acima desse valor, as alíquotas são de 22%.

Algumas informações importantes sobre a nova tabela do INSS

Além dessas mudanças, é preciso ficar atento a algumas informações sobre as regras estipuladas a partir da reforma da Previdência.

Uma dessas regras diz respeito aos casos de trabalhadores que possuem mais de um vínculo empregatício.

Nesses casos, os valores recebidos por cada uma das funções devem ser somados, de maneira a ter uma alíquota que corresponda a essa soma.

É importante ressaltar também que o pagamento do 13º salário não deve ser somado à remuneração mensal. As cobranças das alíquotas dos dois rendimentos devem ser feitas separadamente.

Gostou do artigo? Por meio dos cálculos que mostramos aqui, você poderá entender melhor quanto tem contribuído e de que maneira funciona a alíquota progressiva.

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